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quinta-feira, 1 de junho de 2017

Burocracia, bom ou ruim?!


Resultado de imagem para burocraciaSomos atualmente refém da burocracia ou ela contribui para o nosso controle e sucesso?


Quanto mais problemas temos de segurança de informação, acabamos criando mais burocracia para controlar, para nos dar um pouco de segurança e controle sobre as coisas.
Com isso são tantas coisas a preencher, tantos formulários, tantos controles, que precisamos de mais gente trabalhando para atender tudo o que se espera.
Em alguns momentos não temos como negar que ela é necessária, mas, não podemos deixar que nossos processos se tornem lentos.
Desde que atuo em empresas percebo claramente que muitos não sabem que informação precisa e que é realmente importante e sai criando vários controles e controles e muitos até em duplicidade por colaboradores diferentes.
Percebemos com isso a falta de objetivo claro e específico, pois se não sabemos o que queremos qualquer coisa serve.
Busque esclarecer o objetivo da sua empresa e as informações necessárias para acompanhar e ter controle sobre a mesma, tente ver o que pode melhorar, para ao invés de ver dois ou três relatórios possa ver um com todas informações necessárias.

Buscando melhoria e qualidade sempre, seu negócio agradece!

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Parte III - As vezes a vida é muito mais que possamos acreditar, as vezes ela nos permite enfrentar nossos desafios mais que imaginamos sermos capazes.


Ter dificuldade de fazer uma demissão, travar ao chamar atenção de um funcionário, que gerente era essa que não conseguia executar atitudes simples de uma gerência? Essa pergunta era constante na mente de Ânia.
Por mais que sabia que precisava de ajuda se desesperou, o que iriam pensar dela. Iria perder sua autoridade, afinal todos imaginam, que gerentes são como magos, resolve tudo como um toque de mágica, principalmente em sua posição que há várias pessoas esperando um deslize de sua parte para tomar o seu lugar.
Procurar ajuda seria uma atitude de fraqueza de sua parte ou assumir que não estava pronta. Por outro lado, sabia que não podia deixar as dificuldades se arrastar, quanto mais demorasse para buscar ajuda, mais poderia arriscar o seu cargo.
Não conseguia pensar em onde buscar ajuda, nem que tipo de profissional procurar. Haveria o fim de semana, para pensar melhor nas coisas.
Como na vida nada é por acaso, a resposta veio onde menos ela esperava, em um bate papo em um aniversário, falaram para ela sobre Coaching. Nem imaginava como funcionava, como seria, mas pela apresentação achou que poderia lhe ajudar.
E como na altura do campeonato com o fim de semana se acabando ela tinha que se arriscar, a semana se iniciaria e com ela todos os dilemas em aberto, inclusive precisava falar com Ricardo.
Mas, uma pergunta era constante em sua mente, estava mesmo agindo certo em procurar ajuda? Seria ela uma fraca? O que os outros iriam pensar?
Será mesmo que até hoje no mercado, algumas pessoas pensam dessa maneira? Procurar ajuda é sinal de fraqueza?
Essa é a história de Ânia, vamos nos deparar com outras situações profissionais e pessoais que ela vai viver, mas talvez ela queira saber sua opinião, sua visão sobre a situação. Curta, comente, mande sua opinião sobre o assunto. Você pode ajudar Ânia a se sentir melhor!

quinta-feira, 27 de abril de 2017

PARTE II - As vezes a vida é muito mais que possamos acreditar, as vezes ela nos permite enfrentar nossos desafios mais que imaginamos sermos capazes.

Demitir pessoas para um gerente deveria ser a coisa mais comum. Só que Ânia sofreu intensamente só de pensar em ter que fazer isso, como acompanhamos na primeira parte da história.
Sem dúvida ela deixou o sentimento, a emoção falar mais alto e percebeu o transtorno que foi exercer uma decisão. Mas havia vencido o seu primeiro desafio, mesmo se sentido muito mal e ter sofrido antecipadamente com a situação. Sabia que precisava de ser ajudada, ou ao menos desconfiava.
Só que quando o assunto é empresas o que aconteceu ontem, já faz parte do passado e o hoje precisa acontecer. Em sua nova função por ser uma empresa pequena, ela precisava planejar, organizar e fazer com que os resultados melhorassem.
Contava com uma equipe de cinco pessoas diretamente ligada a ela e ao assumir a função foi informada que um colaborador estava com problema em se adequar ao perfil da empresa, mas que no momento ele era essencial nas atividades que executava, não tinha muita responsabilidade com horários e não costumava se dar bem com hierarquia. Claro que Ânia não pode deixar de pensar por que não mandou embora Ricardo e mantinha o Sr. Ariovaldo, mas sabia a resposta, ele era o designer gráfico da empresa e estava inteiramente ligado ao desenvolvimento de novos produtos que seriam lançados, o tornando assim uma peça chave ao negócio.
Com os dias, Ânia confirmou que Ricardo não obedecia ao horário, se comportava como se não tivesse que dar satisfação. Ela não podia deixar isso acontecer que podia interferir diretamente em dois pontos, sendo:
1) Todos os demais funcionários podiam usar Ricardo como referência e achar que todos podiam repetir o gesto;
2) Ele precisava cumprir regras, horários para que não houvesse diferença entre funcionários e que ela fosse respeitada como gerente.
Avaliou a situação, pensou e decidiu que era necessário o convidar para uma conversa, a fim de se esclarecer alguns pontos.
Seria uma simples conversa, clara e direta. Coisa rápida e prática, ao menos deveria ser. Para Ânia não era algo simples assim. Seu fantasma interno voltou a assombrar, sua insegurança, timidez, medo voltou a falar alto e ela simplesmente se sentiu travada, não conseguiu exercer qualquer reação referente a Ricardo. Não conseguiu tomar uma atitude se quer, ao contrário não conseguia olhar para ele.
Ânia voltou a sentir péssima, sua cabeça doía, sabia o que fazer, mas travava diante da situação. O que ela tinha? Precisava mudar. Era preciso que fosse ajudada. Mas, quem a poderia ajudar? Que caminho seguir, antes de ser a próxima a ser demitida?
Realmente ela precisava de ajuda.
Essa é a história de Ânia, vamos nos deparar com outras situações profissionais e pessoais que ela vai viver, mas talvez ela queira saber sua opinião, sua visão sobre a situação. O que está ocorrendo com Ânia? Você passou por algo parecido que ela? Conte-nos. Curta, comentem e compartilhem.